Comentário Bíblico
Adventista
Nota Adicional a Mateus 15 - (cba)
Mateus 15:1-39
Críticos têm muitas vezes afirmado que a alimentação dos quatro mil não é um evento diferente da alimentação dos cinco mil. Eles apontam para muitos detalhes semelhantes e, principalmente, para a atitude dos discípulos quando Cristo propôs alimentar tão grande multidão em uma região escassamente povoada. No entanto, vários outros detalhes indicam que são dois incidentes semelhantes, como os escritores dos evangelhos afirmam, e não duas versões de um único incidente, como os críticos entendem.
Os pontos de semelhança podem ser relacionados como: (1) a região em que ocorreu o milagre: a costa leste ou nordeste da Galileia; (2) uma grande multidão reunida em uma colina, em campo aberto, para ouvir Jesus; (3) a falta de alimento e a simpatia de Jesus pelo povo naquela situação; (4) o diálogo de Jesus com os discípulos, implicando que eles deveriam tomar a iniciativa de fornecer o alimento; (5) a resposta incrédula dos discípulos e a pergunta de Jesus quanto às fontes disponíveis; (6) a multidão sentada no chão; (7) a bênção, o partir e a distribuição dos pães e dos peixes; (8) o alimento excedente; (9) a despedida da multidão; e (10) o retorno para a costa ocidental do lago.
Os pontos de divergência são estes: (1) em um, a chegada pelo mar; no outro, por terra, como sugere o contexto; (2) um, perto de Betsaida Julia; o outro, provavelmente mais ao sul, perto de Gergesa; (3) em um, os judeus que estavam a caminho para assistir à Páscoa (DTN, 364); no outro, os gentios que viviam na região (DTN, 404); (4) em um, o ensino com a duração de um dia; no outro, o ensino com a duração de três dias; (5) as circunstâncias que levaram Jesus à região: em um, a fim de ficar a sós com os discípulos; no outro, Jesus já estava na região curando as pessoas; (6) tempo: em um, logo após a terceira viagem pela Galileia; no outro, depois de uma viagem à Fenícia; (7) em um, a multidão se reuniu no calor do momento e não tinha provisões; no outro, a multidão aparentemente tinha provisões para um dia ou dois e, portanto, tinha se preparado conforme um planejamento anterior; (8) em um, cinco mil; em outro, quatro mil; (9) em um, os discípulos apresentaram o problema e propuseram despedir as multidões para casa; em outro, Jesus apresentou o problema, sugerindo que era dever dos discípulos fazer alguma coisa; (10) em um, a relva era verde; no outro, não há menção à vegetação; (11) em um, é descrita a disposição ordenada dos assentos; no outro, não se menciona como o povo se assentou; (12) o tipo de cestos usados para recolher o excedente: em um, kophinoi; no outro, spurides; (13) a quantidade recolhida: em um, 12 kophinoi; no outro, 7 spurides; (14) em um, Jesus envia os discípulos à frente para atravessar o lago e Se retira para as montanhas a fim de orar; no outro, EIc os acompanha; (15) destino: em um, Cafarnaum ou Genesaré; no outro, Magdala; (16) em um, seguido por uma tempestade no lago; no outro, sem mencionar a travessia tempestuosa; (17) em um, o incentivo que levou a multidão a se ajuntar foi que alguns tinham visto Jesus partir; no outro, alguns tinham ido de grande distância e não teriam tomado conhecimento da reunião, nem podiam alcançá-la, a não ser mediante planejamento anterior.
A natureza incidental dos vários pontos de diferença impede que se considere uma origem comum para as duas narrativas nem qualquer intenção por parte dos escritores dos evangelhos de criar duas histórias a partir de uma original. Deve-se notar, também, que os pontos de semelhança são, em sua maioria, de natureza geral, enquanto os pontos de divergência, em grande parte, tratam de detalhes específicos. Além disso, são mais os pontos de diferença que os de semelhança. Alguns dos pontos diferentes mais significativos são particularmente dignos de nota:
1. Na alimentação dos cinco mil, havia muita relva (Mateus 14:19; Marcos 6:39; João 6:10), enquanto, com os quatro mil nenhum dos evangelhos menciona a relva. O primeiro milagre ocorreu poucos dias antes da Páscoa, provavelmente na última parte de março ou no início de abril, do ano 30 d.C. (ver com. de Marcos 6:30). Na Palestina, as últimas chuvas significativas caíam em março e, em geral, a relva secava com a chegada da estação seca, algumas semanas mais tarde. Tanto Mateus quanto Marcos registram incidentes que, tomados em seu contexto, deixam claro que houve um lapso de tempo de pelo menos várias semanas entre os dois milagres (ver com. de Marcos 7:1; Mateus 15:21). A relva estaria marrom e seca no momento do segundo milagre. Esses dois pontos independentes e acidentais das duas narrativas tendem a se confirmar mutuamente, considerando que se o inverso fosse verdade - caso a relva fosse mencionada no segundo caso, mas não no primeiro - aparentaria uma discrepância.
- 19 Tendo mandado às multidões que se reclinassem sobre a relva, tomou os cinco pães e os dois peixes e, erguendo os olhos ao céu, os abençoou; e partindo os pães, deu-os aos discípulos, e os discípulos às multidões. Mateus 14:19 39 Então lhes ordenou que a todos fizessem reclinar-se, em grupos, sobre a relva verde. Marcos 6:39 10 Disse Jesus: Fazei reclinar-se o povo. Ora, naquele lugar havia muita relva. Reclinaram-se aí, pois, os homens em número de quase cinco mil. João 6:10 30 Reuniram-se os apóstolos com Jesus e contaram-lhe tudo o que tinham feito e ensinado. Marcos 6:30 1 Foram ter com Jesus os fariseus, e alguns dos escribas vindos de Jerusalém, Marcos 7:1 21 Ora, partindo Jesus dali, retirou-se para as regiões de Tiro e Sidom. Mateus 15:21
2. Os cestos da primeira ocasião foram kophinoi, pequenos cestos de mão, e os da segunda ocasião, spurides, grandes (ver com. de Marcos 6:43). No caso dos cinco mil, os discípulos carregavam kophinoi, ou pequenos cestos de mão, como os judeus usavam em viagens curtas, e a primeira ocasião envolveu uma viagem de cerca de 16 km em menos de 24 horas. A segunda ocasião foi precedida por uma jornada de 80 a 120 km, através de território predominantemente gentio, o que exigiu várias semanas. Em viagem por território gentio, em que os judeus evitavam a compra de alimentos dos pagãos, os discípulos transportavam spurides maiores (ver com. de Marcos 6:43). Se os grandes cestos tivessem sido utilizados com os cinco mil, em uma viagem muito breve, e os cestos menores, em uma viagem mais longa, pareceria haver uma discrepância. O fato de Jesus Se referir mais tarde a ambas as ocasiões e de fazer novamente a distinção entre os kophinoi e os spurides atesta a distinção entre os dois milagres (Mateus 16:9,10; Marcos 8:19,20). Alguns sugerem que a diferença entre os dois tipos de cestos era quanto ao formato, não ao tamanho. Seja qual for, os escritores dos evangelhos mantiveram a distinção no decorrer dos relatos.
- 43 Em seguida, recolheram doze cestos cheios dos pedaços de pão e de peixe. Marcos 6:43 9 Não compreendeis ainda, nem vos lembrais dos cinco pães para os cinco mil, e de quantos cestos levantastes? 10 Nem dos sete pães para os quatro mil, e de quantas alcofas levantastes? Mateus 16:9,10 19 Quando parti os cinco pães para os cinco mil, quantos cestos cheios de pedaços levantastes? Responderam-lhe: Doze. 20 E quando parti os sete para os quatro mil, quantas alcofas cheias de pedaços levantastes? Responderam-lhe: Sete. Marcos 8:19,20
3. O fato de a multidão permanecer com Jesus durante três dias na segunda ocasião e de, aparentemente, não ficar sem comida até o terceiro dia favorece a suposição de que estava preparada para permanecer por pelo menos um ou dois dias. Em outras palavras, as pessoas sabiam que se encontrariam com Jesus e, aparentemente, esperavam passar algum tempo com Ele. O fato adicional de alguns deles serem “de longe” (Marcos 8:3) aponta para uma reunião planejada, o que não aconteceu com a primeira. Mas a narrativa do evangelho fornece involuntariamente uma explicação completamente satisfatória de como o povo passou a se reunir dessa forma, embora esse foto não seja relatado em conexão com a própria história: os dois endemoniados curados contaram sua história ao longo de Decápolis (Marcos 5:20; Lucas 8:39). Eles haviam sido sinceros e zelosos em seu trabalho, de modo que em toda a região havia um grande desejo de ver Jesus (cf. Lucas 8:40; DTN, 404). Muitos meses depois, quando Ele voltou, os dois endemoniados curados, bem como outros, se uniram na divulgação da notícia. Possivelmente, com o consentimento prévio de Jesus, eles convocaram o povo de longe e de perto.
- 3 Se eu os mandar em jejum para suas casas, desfalecerão no caminho; e alguns deles vieram de longe. Marcos 8:3 20 Ele se retirou, pois, e começou a publicar em Decápolis tudo quanto lhe fizera Jesus; e todos se admiravam. Marcos 5:20 39 Volta para tua casa, e conta tudo quanto Deus te fez. E ele se retirou, publicando por toda a cidade tudo quanto Jesus lhe fizera. Lucas 8:39 40 Quando Jesus voltou, a multidão o recebeu; porque todos o estavam esperando. Lucas 8:40
O principal motivo para os críticos negarem a distinção entre os dois milagres é o fato de que os discípulos estavam tão despreparados para essa manifestação do poder de Cristo como na ocasião anterior (Mateus 15:33; Marcos 6:35-37). Além disso, haviam se passado, no máximo, não mais de três meses, possivelmente quatro, desde o milagre anterior, e parece difícil acreditar que os discípulos teriam sido tão lentos de raeiocínio como parecem ter sido nessa ocasião. No entanto, a primeira multidão era composta cxclusivamcnte de judeus que, presumivelmente, eram qualificados para o “pão do céu”. Nesta segunda vez, a multidão era composta exclusivamente de gentios (DTN, 404, 405). O próprio Jesus havia afirmado íazia pouco que “não é bom tomar o pão dos filhos e lançá-lo aos cachorrinhos” (Mateus 15:26). Essa afirmação não se aplicava literalmente mais do que em sentido figurado, contudo, em sua dificuldade de compreensão (cf. Mateus 16:6-11), os discípulos evidentemente a tomaram literalmente. Não se haviam passado 24 horas, e Jesus os repreendeu novamente por serem tão lentos para compreender o sentido de Suas palavras (Mateus 15:9-12). Para os discípulos, o mais surpreendente e inesperado não foi que Jesus pudesse fornecer o pão, mas que Ele fizesse isso pelos gentios.
- 33 Disseram-lhe os discípulos: Donde nos viriam num deserto tantos pães, para fartar tamanha multidão? Mateus 15:33 35 Estando a hora já muito adiantada, aproximaram-se dele seus discípulos e disseram: O lugar é deserto, e a hora já está muito adiantada; 36 despede-os, para que vão aos sítios e às aldeias, em redor, e comprem para si o que comer. 37 Ele, porém, lhes respondeu: Dai-lhes vós de comer. Então eles lhe perguntaram: Havemos de ir comprar duzentos denários de pão e dar-lhes de comer? Marcos 6:35-37 26 Ele, porém, respondeu: Não é bom tomar o pão dos filhos e lançá-lo aos cachorrinhos. Mateus 15:26 6 E Jesus lhes disse: Olhai, e acautelai-vos do fermento dos fariseus e dos saduceus. 7 Pelo que eles arrazoavam entre si, dizendo: É porque não trouxemos pão. 8 E Jesus, percebendo isso, disse: Por que arrazoais entre vós por não terdes pão, homens de pouca fé? 9 Não compreendeis ainda, nem vos lembrais dos cinco pães para os cinco mil, e de quantos cestos levantastes? 10 Nem dos sete pães para os quatro mil, e de quantas alcofas levantastes? 11 Como não compreendeis que não nos falei a respeito de pães? Mas guardai-vos do fermento dos fariseus e dos saduceus. Mateus 16:6-11 9 Mas em vão me adoram, ensinando doutrinas que são preceitos de homem. 10 E, clamando a si a multidão, disse-lhes: Ouvi, e entendei: 11 Não é o que entra pela boca que contamina o homem; mas o que sai da boca, isso é o que o contamina. 12 Então os discípulos, aproximando-se dele, perguntaram-lhe: Sabes que os fariseus, ouvindo essas palavras, se escandalizaram? Mateus 15:9-12
Comentário Bíblico
Mathew Henry
Nota - (Mathew Henry)
Mateus 15:10-20
Cristo mostra que a contaminação que deviam temer não era a que entrava pela boca como alimento, mas a que saia de suas bocas, que demonstrava a maldade de seus corações. Nada permanecerá na alma, além da graça regeneradora do Espírito Santo, e nada deve ser admitido na Igreja além daquilo que é do alto. Portanto, não devemos nos perturbar por qualquer pessoa que venha a se ofender pela afirmação clara e oportuna da verdade.
Os discípulos pedem que se lhes ensine melhor sobre este assunto. onde uma cabeça fraca duvida de uma palavra de Cristo, o coração reto e a mente disposta buscam instrução.
O coração é perverso (Jeremias 17:9) porque não há pecado por palavra ou por obras que não esteja primeiro no coração. Todos saem do interior do homem, e são fruto da maldade que há no coração e que ali opera. Quando Cristo ensina, mostra aos homens o engano e a maldade de seus corações; Ele os ensina a humilharem-se e a procurarem ser purificados de seus pecados e de sua imundícia no manancial aberto.
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- Análise em Cadeia 5 Viu o Senhor que era grande a maldade do homem na terra, e que toda a imaginação dos pensamentos de seu coração era má continuamente. Gênesis 6:5 21 Sentiu o Senhor o suave cheiro e disse em seu coração: Não tornarei mais a amaldiçoar a terra por causa do homem; porque a imaginação do coração do homem é má desde a sua meninice; nem tornarei mais a ferir todo vivente, como acabo de fazer. Gênesis 8:21 23 Guarda com toda a diligência o teu coração, porque dele procedem as fontes da vida. Provérbios 4:23 14 perversidade há no seu coração; todo o tempo maquina o mal; anda semeando contendas. Provérbios 6:14 15 A estultícia está ligada ao coração do menino; mas a vara da correção a afugentará dele. Provérbios 22:15 9 O desígnio do insensato é pecado; e abominável aos homens é o escarnecedor. Provérbios 24:9 9 Enganoso é o coração, mais do que todas as coisas, e perverso; quem o poderá conhecer? Jeremias 17:9 21 Pois é do interior, do coração dos homens, que procedem os maus pensamentos, as prostituições, os furtos, os homicídios, os adultérios, 22 a cobiça, as maldades, o dolo, a libertinagem, a inveja, a blasfêmia, a soberba, a insensatez; 23 todas estas más coisas procedem de dentro e contaminam o homem. Marcos 7:21-23 10 como está escrito: Não há justo, nem sequer um. 11 Não há quem entenda; não há quem busque a Deus. 12 Todos se extraviaram; juntamente se fizeram inúteis. Não há quem faça o bem, não há nem um só. 13 A sua garganta é um sepulcro aberto; com as suas línguas tratam enganosamente; peçonha de áspides está debaixo dos seus lábios; 14 a sua boca está cheia de maldição e amargura. 15 Os seus pés são ligeiros para derramar sangue. 16 Nos seus caminhos há destruição e miséria; 17 e não conheceram o caminho da paz. 18 Não há temor de Deus diante dos seus olhos. 19 Ora, nós sabemos que tudo o que a lei diz, aos que estão debaixo da lei o diz, para que se cale toda boca e todo o mundo fique sujeito ao juízo de Deus; Romanos 3:10-19 18 Porque eu sei que em mim, isto é, na minha carne, não habita bem algum; com efeito o querer o bem está em mim, mas o efetuá-lo não está. Romanos 7:18 7 Porquanto a inclinação da carne é inimizade contra Deus, pois não é sujeita à lei de Deus, nem em verdade o pode ser; 8 e os que estão na carne não podem agradar a Deus. Romanos 8:7,8 19 Ora, as obras da carne são manifestas, as quais são: a prostituição, a impureza, a lascívia, 20 a idolatria, a feitiçaria, as inimizades, as contendas, os ciúmes, as iras, as facções, as dissensões, os partidos, 21 as invejas, as bebedices, as orgias, e coisas semelhantes a estas, contra as quais vos previno, como já antes vos preveni, que os que tais coisas praticam não herdarão o reino de Deus. Gálatas 5:19-21 1 Ele vos vivificou, estando vós mortos nos vossos delitos e pecados, 2 nos quais outrora andastes, segundo o curso deste mundo, segundo o príncipe das potestades do ar, do espírito que agora opera nos filhos de desobediência, 3 entre os quais todos nós também antes andávamos nos desejos da nossa carne, fazendo a vontade da carne e dos pensamentos; e éramos por natureza filhos da ira, como também os demais. Efésios 2:1-3 2 que a ninguém infamem, nem sejam contenciosos, mas moderados, mostrando toda a mansidão para com todos os homens. 3 Porque também nós éramos outrora insensatos, desobedientes, extraviados, servindo a várias paixões e deleites, vivendo em malícia e inveja odiosos e odiando-nos uns aos outros. 4 Mas quando apareceu a bondade de Deus, nosso Salvador e o seu amor para com os homens, 5 não em virtude de obras de justiça que nós houvéssemos feito, mas segundo a sua misericórdia, nos salvou mediante o lavar da regeneração e renovação pelo Espírito Santo, 6 que ele derramou abundantemente sobre nós por Jesus Cristo, nosso Salvador; Tito 3:2-6 4 Mas Jesus, conhecendo-lhes os pensamentos, disse: Por que pensais o mal em vossos corações? Mateus 9:4 113 Aborreço a duplicidade, mas amo a tua lei. Salmos 119:113 7 Deixe o ímpio o seu caminho, e o homem maligno os seus pensamentos; volte-se ao Senhor, que se compadecerá dele; e para o nosso Deus, porque é generoso em perdoar. Isaías 55:7 7 Os seus pés correm para o mal, e se apressam para derramarem o sangue inocente; os seus pensamentos são pensamentos de iniqüidade; a desolação e a destruiçao acham-se nas suas estradas. Isaías 59:7 14 Lava o teu coração da maldade, ó Jerusalém, para que sejas salva; até quando permanecerão em ti os teus maus pensamentos? Jeremias 4:14 22 Arrepende-te, pois, dessa tua maldade, e roga ao Senhor para que porventura te seja perdoado o pensamento do teu coração; Atos 8:22 13 Ninguém, sendo tentado, diga: Sou tentado por Deus; porque Deus não pode ser tentado pelo mal e ele a ninguém tenta. 14 Cada um, porém, é tentado, quando atraído e engodado pela sua própria concupiscência; 15 então a concupiscência, havendo concebido, dá à luz o pecado; e o pecado, sendo consumado, gera a morte. Tiago 1:13-15
























