Em Cantares, encontramos algumas das evidências mais convincentes das Escrituras acerca do plano de Deus de que as pessoas permaneçam sexualmente puras até o casamento. Uma das mais poderosas é uma referência à infância de Sulamita, quando seus irmãos indagavam se ela seria um “muro” ou uma “porta” (Ct 8:8, 9). Em outras palavras, ela permaneceria pura até o casamento (um muro) ou seria promíscua (uma porta)? Como adulta, ela confirmou que havia mantido a pureza para seu marido: “Eu sou um muro” (Ct 8:10). Na verdade, Salomão confirmou que ela ainda era virgem até a noite de núpcias, afirmando que ela era “um jardim fechado, [...] manancial recluso, fonte selada” (Ct 4:12).