Comentário Bíblico
Adventista
Ministério da morte - (cba)
2 Coríntios 3:7
Isto é, o sistema religioso judaico, que se perverteu tanto, que estava sem vida e não conseguia transmitir virtude aos que o praticavam. Em 2 Coríntios 3:9, Paulo o chama de “o ministério da condenação”. 2 Coríntios 3:7-18 estão baseados na experiência de Moisés (Êxodo 34:29-35).
- 9 Porque, se o ministério da condenação tinha glória, muito mais excede em glória o ministério da justiça. 2 Coríntios 3:9 7 Ora, se o ministério da morte, gravado com letras em pedras, veio em glória, de maneira que os filhos de Israel não podiam fixar os olhos no rosto de Moisés, por causa da glória do seu rosto, a qual se estava desvanecendo, 8 como não será de maior glória o ministério do espírito? 9 Porque, se o ministério da condenação tinha glória, muito mais excede em glória o ministério da justiça. 10 Pois na verdade, o que foi feito glorioso, não o é em comparação com a glória inexcedível. 11 Porque, se aquilo que se desvanecia era glorioso, muito mais glorioso é o que permanece. 12 Tendo, pois, tal esperança, usamos de muita ousadia no falar. 13 E não somos como Moisés, que trazia um véu sobre o rosto, para que os filhos de Isra desvanecia; 14 mas o entendimento lhes ficou endurecido. Pois até o dia de hoje, à leitura do velho pacto, permanece o mesmo véu, não lhes sendo revelado que em Cristo é ele abolido; 15 sim, até o dia de hoje, sempre que Moisés é lido, um véu está posto sobre o coração deles. 16 Contudo, convertendo-se um deles ao Senhor, é-lhe tirado o véu. 17 Ora, o Senhor é o Espírito; e onde está o Espírito do Senhor aí há liberdade. 18 Mas todos nós, com rosto descoberto, refletindo como um espelho a glória do Senhor, somos transformados de glória em glória na mesma imagem, como pelo Espírito do Senhor. 2 Coríntios 3:7-18 29 Quando Moisés desceu do monte Sinai, trazendo nas mãos as duas tsbuas do testemunho, sim, quando desceu do monte, Moisés não sabia que a pele do seu rosto resplandecia, por haver Deus falado com ele. 30 Quando, pois, Arão e todos os filhos de Israel olharam para Moisés, eis que a pele do seu rosto resplandecia, pelo que tiveram medo de aproximar-se dele. 31 Então Moisés os chamou, e Arão e todos os príncipes da congregação tornaram a ele; e Moisés lhes falou. 32 Depois chegaram também todos os filhos de Israel, e ele lhes ordenou tudo o que o Senhor lhe falara no monte Sinai. 33 Assim que Moisés acabou de falar com eles, pôs um véu sobre o rosto. 34 Mas, entrando Moisés perante o Senhor, para falar com ele, tirava o véu até sair; e saindo, dizia aos filhos de Israel o que lhe era ordenado. 35 Assim, pois, viam os filhos de Israel o rosto de Moisés, e que a pele do seu rosto resplandecia; e tornava Moisés a pôr o véu sobre o seu rosto, até entrar para falar com Deus. Êxodo 34:29-35
Neste versículo, Paulo demonstra a glória superior do ministério do “Espírito”, pois seu propósito é refutar os oponentes em Corinto, os judaizantes (ver com. de 2 Coríntios 11:22), cujo ministério provinha da “letra” e não do “espírito”. Gravado com letras. Literalmente, “gravado por escrito”, enfatizando a ideia de que a escrita foi planejada para ser duradoura e ter força permanente. É uma referência clara às duas tábuas de pedra nas quais os dez mandamentos foram escritos (Êxodo 31:18; ver as palavras de Cristo em Mateus 4:4,7,10: “Está escrito”, significando, “permanece escrito”). Paulo, neste versículo, se refere à segunda inscrição da lei em tábuas de pedra (Êxodo 34:1-7; Êxodo 34:28-35).
- 22 São hebreus? também eu; são israelitas? também eu; são descendência de Abraão? também eu; 2 Coríntios 11:22 18 E deu a Moisés, quando acabou de falar com ele no monte Sinai, as duas tábuas do testemunho, tábuas de pedra, escritas pelo dedo de Deus. Êxodo 31:18 4 Mas Jesus lhe respondeu: Está escrito: Nem só de pão viverá o homem, mas de toda palavra que sai da boca de Deus. 7 Replicou-lhe Jesus: Também está escrito: Não tentarás o Senhor teu Deus. 10 Então ordenou-lhe Jesus: Vai-te, Satanás; porque está escrito: Ao Senhor teu Deus adorarás, e só a ele servirás. Mateus 4:4,7,10 1 Então disse o Senhor a Moisés: Lavra duas tábuas de pedra, como as primeiras; e eu escreverei nelas as palavras que estavam nas primeiras tábuas, que tu quebraste. 2 Prepara-te para amanhã, e pela manhã sobe ao monte Sinai, e apresenta-te a mim ali no cume do monte. 3 Mas ninguém suba contigo, nem apareça homem algum em todo o monte; nem mesmo se apascentem defronte dele ovelhas ou bois. 4 Então Moisés lavrou duas tábuas de pedra, como as primeiras; e, levantando-se de madrugada, subiu ao monte Sinai, como o Senhor lhe tinha ordenado, levando na mão as duas tábuas de pedra. 5 O Senhor desceu numa nuvem e, pondo-se ali junto a ele, proclamou o nome Jeová. 6 Tendo o Senhor passado perante Moisés, proclamou: Jeovã, Jeová, Deus misericordioso e compassivo, tardio em irar-se e grande em beneficência e verdade; 7 que usa de beneficência com milhares; que perdoa a iniqüidade, a transgressão e o pecado; que de maneira alguma terá por inocente o culpado; que visita a iniqüidade dos pais sobre os filhos e sobre os filhos dos filhos até a terceira e quarta geração. Êxodo 34:1-7 28 E Moisés esteve ali com o Senhor quarenta dias e quarenta noites; não comeu pão, nem bebeu água, e escreveu nas tábuas as palavras do pacto, os dez mandamentos. 29 Quando Moisés desceu do monte Sinai, trazendo nas mãos as duas tsbuas do testemunho, sim, quando desceu do monte, Moisés não sabia que a pele do seu rosto resplandecia, por haver Deus falado com ele. 30 Quando, pois, Arão e todos os filhos de Israel olharam para Moisés, eis que a pele do seu rosto resplandecia, pelo que tiveram medo de aproximar-se dele. 31 Então Moisés os chamou, e Arão e todos os príncipes da congregação tornaram a ele; e Moisés lhes falou. 32 Depois chegaram também todos os filhos de Israel, e ele lhes ordenou tudo o que o Senhor lhe falara no monte Sinai. 33 Assim que Moisés acabou de falar com eles, pôs um véu sobre o rosto. 34 Mas, entrando Moisés perante o Senhor, para falar com ele, tirava o véu até sair; e saindo, dizia aos filhos de Israel o que lhe era ordenado. 35 Assim, pois, viam os filhos de Israel o rosto de Moisés, e que a pele do seu rosto resplandecia; e tornava Moisés a pôr o véu sobre o seu rosto, até entrar para falar com Deus. Êxodo 34:28-35
Face de Moisés - (cba)
2 Coríntios 3:7
Ver com. de Êxodo 34:29-35.
Glória - (cba)
2 Coríntios 3:7
Ver com. de Romanos 3:23. A glória que permanece é contrastada com a que desvanece, a mais gloriosa, com a menos gloriosa, a nova com a antiga (2 Coríntios 3:7-18). Nos dois casos, a “glória” se refere à glória da presença de Cristo. Na nova há uma completa revelação da glória de Deus na pessoa e presença de Cristo, que veio a este mundo para ser visto pelos homens (ver com. de João 1:14), cuja glória permanece para sempre (ver Hb 7). No ministério mosaico, Cristo era visto apenas nos tipos providos pela lei cerimonial, mas a glória refletida era de Cristo. O Redentor estava escondido atrás de um véu de tipos, símbolos, ritos e cerimônias, mas esse véu desvaneceu na vinda do grande antítipo (ver Hebreus 10:19,20).
- 23 Porque todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus; Romanos 3:23 7 Ora, se o ministério da morte, gravado com letras em pedras, veio em glória, de maneira que os filhos de Israel não podiam fixar os olhos no rosto de Moisés, por causa da glória do seu rosto, a qual se estava desvanecendo, 8 como não será de maior glória o ministério do espírito? 9 Porque, se o ministério da condenação tinha glória, muito mais excede em glória o ministério da justiça. 10 Pois na verdade, o que foi feito glorioso, não o é em comparação com a glória inexcedível. 11 Porque, se aquilo que se desvanecia era glorioso, muito mais glorioso é o que permanece. 12 Tendo, pois, tal esperança, usamos de muita ousadia no falar. 13 E não somos como Moisés, que trazia um véu sobre o rosto, para que os filhos de Isra desvanecia; 14 mas o entendimento lhes ficou endurecido. Pois até o dia de hoje, à leitura do velho pacto, permanece o mesmo véu, não lhes sendo revelado que em Cristo é ele abolido; 15 sim, até o dia de hoje, sempre que Moisés é lido, um véu está posto sobre o coração deles. 16 Contudo, convertendo-se um deles ao Senhor, é-lhe tirado o véu. 17 Ora, o Senhor é o Espírito; e onde está o Espírito do Senhor aí há liberdade. 18 Mas todos nós, com rosto descoberto, refletindo como um espelho a glória do Senhor, somos transformados de glória em glória na mesma imagem, como pelo Espírito do Senhor. 2 Coríntios 3:7-18 14 E o Verbo se fez carne, e habitou entre nós, cheio de graça e de verdade; e vimos a sua glória, como a glória do unigênito do Pai. João 1:14 19 Tendo pois, irmãos, ousadia para entrarmos no santíssimo lugar, pelo sangue de Jesus, 20 pelo caminho que ele nos inaugurou, caminho novo e vivo, através do véu, isto é, da sua carne, Hebreus 10:19,20
Desvanecente - (cba)
2 Coríntios 3:7
Alguns leitores superficiais concluíram a partir desta declaração que a lei de Deus “desvanecería”. O versículo afirma, no entanto, que era a “glória” transitória refletida na face de Moisés que “desvanecería”. Aquela “glória” desapareceu em poucas horas, ou dias, no máximo, mas a lei de Deus, “gravada com letras em pedras”, permaneceu em vigor. O ministério de Moisés e o sistema judaico passariam, mas não a lei de Deus (ver com. de Mateus 5:17,18). A glória não estava sobre as tábuas de pedra, e não desvaneceu delas.
A glória transitória na face de Moisés resultava de seu relacionamento com Deus no Sinai. Essa glória testificava àqueles que a viam que Moisés havia estado na presença divina, e erguia um testemunho silencioso de sua missão como representante de Deus e a obrigação do povo em obedecer aos preceitos da lei. Aquela glória foi dada para comprovar a origem divina da lei e, assim, sua vigência obrigatória.
Como o rosto de Moisés refletia a glória de Deus, assim a lei cerimonial e os serviços do santuário terrestre refletiam a presença de Cristo. Deus pretendia que as pessoas nos tempos do AT apreendessem e experimentassem a presença salvífica de Cristo na glória refletida do sistema típico. No entanto, com a vinda de Cristo, as pessoas tiveram o privilégio de observar a glória do antítipo (ver com. de João 1:14), e não mais precisavam da glória refletida, menor, que correspondia ao tipo. Nos tempos do AT, os pecadores encontravam salvação pela fé em Cristo, aquele que viria; ocorre o mesmo nos tempos do cristianismo.
E por essa razão que Paulo fala da administração desses ritos e cerimônias como um “ministério da morte”. Judeus que falharam em ver Cristo no sistema sacrifical morreríam em seus pecados. Por si só, aquele sistema nunca salvou ninguém de colher o salário do pecado, a morte. E já que a maioria dos judeus dos tempos de Paulo, inclusive os judaizantes que importunavam a igreja em Corinto, consideravam aqueles sacrifícios essenciais à salvação, Paulo apropriadamente caracterizou todo o sistema como um “ministério da morte”. Tornara-se um sistema sem vida. Judeus e gentios, de modo idêntico, devem encontrar vida em Cristo, porque apenas nEle há salvação (Atos 4:12). Cristo foi o salvador de Israel em todo o período do AT, tão verdadeiramente como Ele é nosso salvador hoje (ver Ellen G. White, Material Suplementar de sobre Atos 15:11).
- 12 E em nenhum outro há salvação; porque debaixo do céu nenhum outro nome há, dado entre os homens, em que devamos ser salvos. Atos 4:12 11 Mas cremos que somos salvos pela graça do Senhor Jesus, do mesmo modo que eles também. Atos 15:11
O fato de a nação judaica não ver a Cristo e crer nEle como tipificado pelo sistema cerimonial marca todo o curso de sua história, do Sinai ao calvário. Assim, a expressão “ministério da morte” caracteriza todo o período da experiência judaica, embora houvesse notáveis exceções. A cegueira de Israel finalmente levou a nação a rejeitar Jesus como o Messias e a crucificar seu Redentor. Paulo declara que, com a vinda da glória maior, revelada em Cristo, e o consequente desvanecimento da glória refletida do sistema típico, não deve haver desculpa adicional para permanecer sob tal sistema. A vinda de Cristo e a plenitude do Espírito Santo amplamente forneceram um ministério que comunicaria vida.
Comentário Bíblico
Ellen G. White e Outros
A lei ordenada para a vida
2 Coríntios 3:6-9
Ver Romanos 8:15-21; Hebreus 8:6,7. A lei de Deus, pronunciada em terrível grandeza desde o Sinai, é a declaração de condenação ao pecador. É competência da lei condenar, mas não há poder para perdoar ou redimir. É ordenado para a vida; aqueles que andam em harmonia com seus preceitos receberão a recompensa da obediência. Mas traz escravidão e morte para aqueles que permanecem sob sua condenação. ( The Review and Herald, 22 de abril de 1902 ).
- 15 Porque não recebestes o espírito de escravidão, para outra vez estardes com temor, mas recebestes o espírito de adoção, pelo qual clamamos: Aba, Pai! 16 O Espírito mesmo testifica com o nosso espírito que somos filhos de Deus; 17 e, se filhos, também herdeiros, herdeiros de Deus e co-herdeiros de Cristo; se é certo que com ele padecemos, para que também com ele sejamos glorificados. 18 Pois tenho para mim que as aflições deste tempo presente não se podem comparar com a glória que em nós há de ser revelada. 19 Porque a criação aguarda com ardente expectativa a revelação dos filhos de Deus. 20 Porquanto a criação ficou sujeita à vaidade, não por sua vontade, mas por causa daquele que a sujeitou, 21 na esperança de que também a própria criação há de ser liberta do cativeiro da corrupção, para a liberdade da glória dos filhos de Deus. Romanos 8:15-21 6 Mas agora alcançou ele ministério tanto mais excelente, quanto é mediador de um melhor pacto, o qual está firmado sobre melhores promessas. 7 Pois, se aquele primeiro fora sem defeito, nunca se teria buscado lugar para o segundo. Hebreus 8:6,7
Nota
2 Coríntios 3:7
Veja Êxodo 34:29.
Um sistema duplo de leis
2 Coríntios 3:7-11
Ver Gálatas 3:19; Efésios 2:15; Colossenses 2:14; Hebreus 9:9-12; Hebreus 10:1-7. O povo de Deus, a quem Ele chama de Seu tesouro peculiar, foi privilegiado com um sistema duplo de leis; a moral e o cerimonial. Aquele que aponta para a criação para manter em memória o Deus vivo que fez o mundo, cujas reivindicações são obrigatórias para todos os homens em todas as dispensações, e que existirá por todo o tempo e eternidade. A outra, dada por causa da transgressão do homem à lei moral, cuja obediência consistia em sacrifícios e ofertas apontando para a futura redenção. Cada um é claro e distinto do outro.
- 19 Logo, para que é a lei? Foi acrescentada por causa das transgressões, até que viesse o descendente a quem a promessa tinha sido feita; e foi ordenada por meio de anjos, pela mão de um mediador. Gálatas 3:19 15 isto é, a lei dos mandamentos contidos em ordenanças, para criar, em si mesmo, dos dois um novo homem, assim fazendo a paz, Efésios 2:15 14 e havendo riscado o escrito de dívida que havia contra nós nas suas ordenanças, o qual nos era contrário, removeu-o do meio de nós, cravando-o na cruz; Colossenses 2:14 9 que é uma parábola para o tempo presente, conforme a qual se oferecem tando dons como sacrifícios que, quanto à consciência, não podem aperfeiçoar aquele que presta o culto; 10 sendo somente, no tocante a comidas, e bebidas, e várias abluções, umas ordenanças da carne, impostas até um tempo de reforma. 11 Mas Cristo, tendo vindo como sumo sacerdote dos bens já realizados, por meio do maior e mais perfeito tabernáculo (não feito por mãos, isto é, não desta criação), 12 e não pelo sangue de bodes e novilhos, mas por seu próprio sangue, entrou uma vez por todas no santo lugar, havendo obtido uma eterna redenção. Hebreus 9:9-12 1 Porque a lei, tendo a sombra dos bens futuros, e não a imagem exata das coisas, não pode nunca, pelos mesmos sacrifícios que continuamente se oferecem de ano em ano, aperfeiçoar os que se chegam a Deus. 2 Doutra maneira, não teriam deixado de ser oferecidos? pois tendo sido uma vez purificados os que prestavam o culto, nunca mais teriam consciência de pecado. 3 Mas nesses sacrifícios cada ano se faz recordação dos pecados, 4 porque é impossível que o sangue de touros e de bodes tire pecados. 5 Pelo que, entrando no mundo, diz: Sacrifício e oferta não quiseste, mas um corpo me preparaste; 6 não te deleitaste em holocaustos e oblações pelo pecado. 7 Então eu disse: Eis-me aqui (no rol do livro está escrito de mim) para fazer, ó Deus, a tua vontade. Hebreus 10:1-7
Desde a criação, a lei moral era uma parte essencial do plano divino de Deus e era tão imutável quanto Ele mesmo. A lei cerimonial deveria atender a um propósito particular no plano de Cristo para a salvação da raça. O sistema típico de sacrifícios eas ofertas foram estabelecidas para que por meio desses serviços o pecador pudesse discernir a grande oferta, Cristo. Mas os judeus estavam tão cegos pelo orgulho e pecado que poucos deles podiam ver além da morte de animais como uma expiação pelo pecado; e quando Cristo, a quem essas ofertas prefiguravam, veio, eles não puderam discerni-Lo. A lei cerimonial era gloriosa; foi a provisão feita por Jesus Cristo em conselho com Seu Pai, para ajudar na salvação da humanidade. Todo o arranjo do sistema típico foi fundado em Cristo. Adão viu Cristo prefigurado na besta inocente sofrendo a penalidade por sua transgressão da lei de Jeová ( The Review and Herald, 6 de maio de 1875 ).
Duas leis trazem o selo da divindade
2 Coríntios 3:7-11
Paulo deseja que seus irmãos vejam que a grande glória de um Salvador que perdoa o pecado deu significado a toda a economia judaica. Ele desejava que vissem também que quando Cristo veio ao mundo e morreu como o sacrifício do homem, o tipo encontrou o antítipo.
Depois que Cristo morreu na cruz como uma oferta pelo pecado, a lei cerimonial não teve mais força. No entanto, estava relacionado com a lei moral e era glorioso. O todo trazia a marca da divindade e expressava a santidade, a justiça e a retidão de Deus. E se o ministério da dispensação a ser aniquilado era glorioso, quanto mais a realidade deve ser gloriosa, quando Cristo foi revelado, dando Seu Espírito vivificante e santificador a todos os que crêem ( The Review and Herald, 22 de abril, 1902 )?
O ministério da morte
2 Coríntios 3:7-11
A santa lei de Deus é breve e abrangente; pois é facilmente compreendido e lembrado; e ainda assim é uma expressão da vontade de Deus. Sua abrangência se resume nas seguintes palavras: “Amarás o Senhor teu Deus de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de toda a tua mente, e com todas as tuas forças ... Amarás o teu próximo como a ti mesmo. ” "Faça isso e você viverá." “Portanto, guardareis os meus estatutos e os meus juízos: os quais, se o homem os cumprir, neles viverá: Eu sou o Senhor.” ...
Se o transgressor deve ser tratado de acordo com a letra desta aliança, então não há esperança para a raça decaída; porque todos pecaram e carecem da glória de Deus. A raça caída de Adão não pode ver nada mais na letra desta aliança do que o ministério da morte; e a morte será a recompensa de todo aquele que busca em vão criar uma justiça própria que cumpra as exigências da lei. Por Sua palavra, Deus comprometeu-se a executar a penalidade da lei sobre todos os transgressores. Repetidas vezes os homens cometem pecado, mas não parecem acreditar que devem sofrer a penalidade por infringir a lei ( The Signs of the Times, 5 de setembro de 1892 ).
Cerimônias proféticas da lei judaica
2 Coríntios 3:7-11
Ver Hebreus 8:5. O evangelho de Cristo reflete a glória da era judaica. Ela ilumina toda a economia judaica e dá significado à lei cerimonial. O tabernáculo, ou templo, de Deus na terra era um padrão do original no céu. Todas as cerimônias da lei judaica eram proféticas, típicas dos mistérios do plano de redenção.
Os ritos e cerimônias da lei foram dados pelo próprio Cristo, que, envolto em uma coluna de nuvem durante o dia e uma coluna de fogo à noite, era o líder das hostes de Israel; e esta lei deve ser tratada com grande respeito, pois é sagrada. Mesmo depois de não ser mais observado, Paulo o apresentou aos judeus em sua verdadeira posição e valor, mostrando seu lugar no plano de redenção e sua relação com a obra de Cristo; e o grande apóstolo declara esta lei gloriosa, digna de seu originador divino. Aquilo que havia de ser eliminado era glorioso, mas não era a lei instituída por Deus para o governo de Sua família no céu e na Terra; enquanto os céus permanecerem, a lei do Senhor perdurará ( The Signs of the Times, 29 de julho de 1886 ).
A glória dá lugar a uma glória maior
2 Coríntios 3:7-11
Ver Apocalipse 22:14. Não há discórdia entre o Velho Testamento e o Novo. No Antigo Testamento, encontramos o evangelho de um Salvador vindouro; no Novo Testamento, temos o evangelho de um Salvador revelado conforme as profecias predisseram. Enquanto o Antigo Testamento aponta constantemente para a verdadeira oferta, o Novo Testamento mostra que o Salvador prefigurado pelas ofertas típicas veio. A vaga glória da era judaica foi substituída pela glória mais brilhante e mais clara da era cristã.Mas nenhuma vez Cristo declarou que Sua vinda destruiu as reivindicações da lei de Deus. Pelo contrário, na última mensagem à Sua igreja, por meio de Patmos, Ele pronuncia uma bênção sobre aqueles que guardam a lei de Seu Pai: “Bem-aventurados os que guardam os seus mandamentos, para que tenham direito à árvore da vida, e pode entrar pelos portões da cidade ”( The Signs of the Times, 29 de julho de 1886 ).
A lei moral glorificada por Cristo
2 Coríntios 3:7-17
Os tipos e sombras do serviço sacrificial, com as profecias, deram aos israelitas uma visão velada e indistinta da misericórdia e graça a serem trazidas ao mundo pela revelação de Cristo. Para Moisés foi revelado o significado dos tipos e sombras que apontam para Cristo. Ele viu o fim daquilo que deveria ser aniquilado quando, na morte de Cristo, o tipo encontrou o antítipo. Ele viu que somente por meio de Cristo o homem pode guardar a lei moral. Pela transgressão desta lei o homem trouxe o pecado ao mundo, e com o pecado veio a morte. Cristo se tornou a propiciação pelo pecado do homem. Ele ofereceu Sua perfeição de caráter no lugar da pecaminosidade do homem. Ele tomou sobre Si a maldição da desobediência. Os sacrifícios e ofertas apontavam para o sacrifício que Ele deveria fazer. O cordeiro imolado simbolizava o Cordeiro que tiraria o pecado do mundo.
Foi ver o objetivo daquilo que estava para ser eliminado, ver Cristo conforme revelado na lei, que iluminou a face de Moisés. O ministério da lei, escrito e gravado em pedra, era um ministério de morte. Sem Cristo, o transgressor foi deixado sob sua maldição, sem esperança de perdão. O ministério não tinha glória em si mesmo, mas o Salvador prometido, revelado nos tipos e sombras da lei cerimonial, tornou a lei moral gloriosa ( The Review and Herald, 22 de abril de 1902 ).
A glória de Cristo é revelada em sua lei
2 Coríntios 3:7-18
Ver Romanos 3:31; Romanos 7:7; Gálatas 3:13. Cristo suportou a maldição da lei, sofrendo sua pena, levando a cabo o plano pelo qual o homem deveria ser colocado onde pudesse guardar a lei de Deus e ser aceito pelos méritos do Redentor; e por Seu sacrifício a glória foi derramada sobre a lei. Então, a glória daquilo que não deve ser aniquilado - a lei dos dez mandamentos de Deus, Seu padrão de justiça - foi vista claramente por todos os que cuidaram do fim daquilo que havia sido aniquilado.
- 31 Anulamos, pois, a lei pela fé? De modo nenhum; antes estabelecemos a lei. Romanos 3:31 7 Que diremos pois? É a lei pecado? De modo nenhum. Contudo, eu não conheci o pecado senão pela lei; porque eu não conheceria a concupiscência, se a lei não dissesse: Não cobiçarás. Romanos 7:7 13 Cristo nos resgatou da maldição da lei, fazendo-se maldição por nós; porque está escrito: Maldito todo aquele que for pendurado no madeiro; Gálatas 3:13
“Todos nós, com o rosto descoberto, refletindo como um espelho a glória do Senhor, somos transformados de glória em glória na mesma imagem, como pelo Espírito do Senhor.” Cristo é o advogado do pecador. Aqueles que aceitam Seu evangelho O contemplam com rosto aberto. Eles vêem a relação de Sua missão com a lei e reconhecem a sabedoria e a glória de Deus reveladas pelo Salvador. A glória de Cristo é revelada na lei, que é uma transcrição de Seu caráter, e Sua eficácia transformadora é sentida na alma até que os homens sejam transformados à Sua semelhança. Tornam-se participantes da natureza divina e crescem cada vez mais como seu Salvador, avançando passo a passo em conformidade com a vontade de Deus, até atingirem a perfeição.
A lei e o evangelho estão em perfeita harmonia. Cada um apóia o outro. Em toda a sua majestade a lei confronta a consciência, fazendo com que o pecador sinta sua necessidade de Cristo como propiciação pelo pecado. O evangelho reconhece o poder e a imutabilidade da lei. “Eu não conhecia o pecado, senão pela lei”, declara Paulo. O senso de pecado, estimulado pela lei, leva o pecador ao Salvador. Em sua necessidade, o homem pode apresentar os poderosos argumentos fornecidos pela cruz do Calvário. Ele pode reivindicar a justiça de Cristo; pois é comunicado a todo pecador arrependido ( The Review and Herald, 22 de abril de 1902 ).
Comentário Bíblico
Mathew Henry
Nota - (Mathew Henry)
2 Coríntios 3:1-11
Até a aparência de elogiar-se a si mesmo e de buscar o aplauso humano traz resultados dolorosos para a mente espiritual e humilde. Nada é mais excelente para os ministros fiéis, ou mais digno de elogio para eles, que o êxito de seu ministério demonstrado no espírito e nas vidas daqueles entre quem trabalha.
A lei de Cristo foi escrita em seus corações, e o amor de Cristo foi derramado neles amplamente. Não foi escrita em tábuas de pedras, como a lei de Deus dada a Moisés, mas sobre as tábuas de carne do coração - não carnais, porque a carnalidade denota sensualidade (Ezequiel 36:26). Os seus corações foram humilhados e abrandados para receber esta impressão pelo poder regenerador do Espírito Santo. Atribui toda a glória a Deus. Lembre-se de que toda a nossa dependência é do Senhor, e toda a glória pertence somente a Ele.
A letra mata: a letra da lei é a ministração da morte, e se nos apoiamos somente na letra do Evangelho não seremos melhores por agir assim; porém, o Espírito Santo dá vida espiritual e eterna.
A dispensação do Antigo Testamento era a ministração de morte, porém, a do Novo Testamento, de vida. A lei deu a conhecer o pecado, a ira e a maldição de Deus; nos mostra Deus sobre nós, e um Deus contra nós; porém, o Evangelho deu a conhecer a graça e ao Emanuel de Deus por nós. NEle a justiça de Deus é revelada por fé; e isto nos mostra que o justo viverá pela fé. Isto mostra a graça e a misericórdia de Deus por meio de Jesus Cristo para se obter o perdão dos pecados e a vida eterna. O Evangelho excede tanto a lei em glória, que eclipsa a glória da dispensação da lei. Porém, até o Novo Testamento será uma letra que mata se for mostrado somente como um sistema ou forma, e sem a dependência do Espírito Santo para dar poder vivificador.
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- Análise em Cadeia 6 o qual também nos capacitou para sermos ministros dum novo pacto, não da letra, mas do espírito; porque a letra mata, mas o espírito vivifica. 9 Porque, se o ministério da condenação tinha glória, muito mais excede em glória o ministério da justiça. 2 Coríntios 3:6,9 10 e o mandamento que era para vida, esse achei que me era para morte. Romanos 7:10 3 sendo manifestos como carta de Cristo, ministrada por nós, e escrita, não com tinta, mas com o Espírito do Deus vivo, não em tábuas de pedra, mas em tábuas de carne do coração. 2 Coríntios 3:3 12 Depois disse o Senhor a Moisés: Sobe a mim ao monte, e espera ali; e dar-te-ei tábuas de pedra, e a lei, e os mandamentos que tenho escrito, para lhos ensinares. Êxodo 24:12 18 E deu a Moisés, quando acabou de falar com ele no monte Sinai, as duas tábuas do testemunho, tábuas de pedra, escritas pelo dedo de Deus. Êxodo 31:18 15 E virou-se Moisés, e desceu do monte com as duas tábuas do testemunho na mão, tábuas escritas de ambos os lados; de um e de outro lado estavam escritas. 16 E aquelas tábuas eram obra de Deus; também a escritura era a mesma escritura de Deus, esculpida nas tábuas. 19 Chegando ele ao arraial e vendo o bezerro e as danças, acendeu-se-lhe a ira, e ele arremessou das mãos as tábuas, e as despedaçou ao pé do monte. Êxodo 32:15,16,19 1 Então disse o Senhor a Moisés: Lavra duas tábuas de pedra, como as primeiras; e eu escreverei nelas as palavras que estavam nas primeiras tábuas, que tu quebraste. 28 E Moisés esteve ali com o Senhor quarenta dias e quarenta noites; não comeu pão, nem bebeu água, e escreveu nas tábuas as palavras do pacto, os dez mandamentos. Êxodo 34:1,28 13 Então ele vos anunciou o seu pacto, o qual vos ordenou que observásseis, isto é, os dez mandamentos; e os escreveu em duas tábuas de pedra. Deuteronômio 4:13 22 Essas palavras falou o senhor a toda a vossa assembléia no monte, do meio do fogo, da nuvem e da escuridão, com grande voz; e nada acrescentou. E escreveu-as em duas tábuas de pedra, que ele me deu. Deuteronômio 5:22 9 Quando subi ao monte a receber as tábuas de pedra, as tábuas do pacto que o Senhor fizera convosco, fiquei no monte quarenta dias e quarenta noites; não comi pão, nem bebi água. 10 E o Senhor me deu as duas tábuas de pedra, escritas com o dedo de Deus; e nelas estavam escritas todas aquelas palavras que o Senhor tinha falado convosco no monte, do meio do fogo, no dia da assembléia. 11 Sucedeu, pois, que ao fim dos quarenta dias e quarenta naites, o Senhor me deu as duas tábuas de pedra, as tábuas do pacto. 15 Então me virei, e desci do monte, o qual ardia em fogo; e as duas tábuas do pacto estavam nas minhas duas mãos. Deuteronômio 9:9-11,15 1 Naquele mesmo tempo me disse o Senhor: Alisa duas tábuas de pedra, como as primeiras, e sobe a mim ao monte, e faze uma arca de madeira. 2 Nessas tábuas escreverei as palavras que estavam nas primeras tábuas, que quebras-te, e as porás na arca. 3 Assim, fiz ume arca de madeira de acácia, alisei duas tábuas de pedra, como as primeiras, e subi ao monte com as duas tábuas nas mãos. 4 Então o Senhor escreveu nas tábuas, conforme a primeira escritura, os dez mandamentos, que ele vos falara no monte, do meio do fogo, no dia da assembléia; e o Senhor mas deu a mim. Deuteronômio 10:1-4 4 que tinha o incensário de ouro, e a arca do pacto, toda coberta de ouro em redor; na qual estava um vaso de ouro, que continha o maná, e a vara de Arão, que tinha brotado, e as tábuas do pacto; Hebreus 9:4 8 E que grande nação há que tenha estatutos e preceitos tão justos como toda esta lei que hoje ponho perante vós? Deuteronômio 4:8 13 Desceste sobre o monte Sinai, do céu falaste com eles, e lhes deste juízos retos e leis verdadeiras, bons estatutos e mandamentos; Neemias 9:13 7 A lei do Senhor é perfeita, e refrigera a alma; o testemunho do Senhor é fiel, e dá sabedoria aos simples. 8 Os preceitos do Senhor são retos, e alegram o coração; o mandamento do Senhor é puro, e alumia os olhos. Salmos 19:7,8 97 Oh! quanto amo a tua lei! ela é a minha meditação o dia todo. 127 Pelo que amo os teus mandamentos mais do que o ouro, sim, mais do que o ouro fino. 128 Por isso dirijo os meus passos por todos os teus preceitos, e aborreço toda vereda de falsidade. 174 Anelo por tua salvação, ó Senhor; a tua lei é o meu prazer. Salmos 119:97,127,128,174 12 De modo que a lei é santa, e o mandamento santo, justo e bom. 13 Logo o bom tornou-se morte para mim? De modo nenhum; mas o pecado, para que se mostrasse pecado, operou em mim a morte por meio do bem; a fim de que pelo mandamento o pecado se manifestasse excessivamente maligno. 14 Porque bem sabemos que a lei é espiritual; mas eu sou carnal, vendido sob o pecado. 22 Porque, segundo o homem interior, tenho prazer na lei de Deus; Romanos 7:12-14,22 21 E o Senhor Deus fez túnicas de peles para Adão e sua mulher, e os vestiu. Gênesis 3:21 29 Quando Moisés desceu do monte Sinai, trazendo nas mãos as duas tsbuas do testemunho, sim, quando desceu do monte, Moisés não sabia que a pele do seu rosto resplandecia, por haver Deus falado com ele. 30 Quando, pois, Arão e todos os filhos de Israel olharam para Moisés, eis que a pele do seu rosto resplandecia, pelo que tiveram medo de aproximar-se dele. 31 Então Moisés os chamou, e Arão e todos os príncipes da congregação tornaram a ele; e Moisés lhes falou. 32 Depois chegaram também todos os filhos de Israel, e ele lhes ordenou tudo o que o Senhor lhe falara no monte Sinai. 33 Assim que Moisés acabou de falar com eles, pôs um véu sobre o rosto. 34 Mas, entrando Moisés perante o Senhor, para falar com ele, tirava o véu até sair; e saindo, dizia aos filhos de Israel o que lhe era ordenado. 35 Assim, pois, viam os filhos de Israel o rosto de Moisés, e que a pele do seu rosto resplandecia; e tornava Moisés a pôr o véu sobre o seu rosto, até entrar para falar com Deus. Êxodo 34:29-35 29 Enquanto ele orava, mudou-se a aparência do seu rosto, e a sua roupa tornou-se branca e resplandecente. 30 E eis que estavam falando com ele dois varões, que eram Moisés e Elias, 31 os quais apareceram com glória, e falavam da sua partida que estava para cumprir-se em Jerusalém. Lucas 9:29-31 15 Então todos os que estavam assentados no sinédrio, fitando os olhos nele, viram o seu rosto como de um anjo. Atos 6:15 10 Pois na verdade, o que foi feito glorioso, não o é em comparação com a glória inexcedível. 11 Porque, se aquilo que se desvanecia era glorioso, muito mais glorioso é o que permanece. 14 mas o entendimento lhes ficou endurecido. Pois até o dia de hoje, à leitura do velho pacto, permanece o mesmo véu, não lhes sendo revelado que em Cristo é ele abolido; 2 Coríntios 3:10,11,14 4 Pois Cristo é o fim da lei para justificar a todo aquele que crê. Romanos 10:4 10 mas, quando vier o que é perfeito, então o que é em parte será aniquilado. 1 Coríntios 13:10 15 Porque a lei opera a ira; mas onde não há lei também não há transgressão. Romanos 4:15 20 Sobreveio, porém, a lei para que a ofensa abundasse; mas, onde o pecado abundou, superabundou a graça; Romanos 5:20 5 Pois, quando estávamos na carne, as paixões dos pecados, suscitadas pela lei, operavam em nossos membros para darem fruto para a morte. Romanos 7:5 10 Pois todos quantos são das obras da lei estão debaixo da maldição; porque escrito está: Maldito todo aquele que não permanece em todas as coisas que estão escritas no livro da lei, para fazê-las. 21 É a lei, então, contra as promessas de Deus? De modo nenhum; porque, se fosse dada uma lei que pudesse vivificar, a justiça, na verdade, teria sido pela lei. Gálatas 3:10,21 13 E não somos como Moisés, que trazia um véu sobre o rosto, para que os filhos de Isra desvanecia; 2 Coríntios 3:13
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